Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007

Feira da D'Olivino no Matterello

Ontem, a importadora D'Olivino em parceria com o restaurante Matterello (Rua Fidalga - Vila Madalena) apresentou parte do portifólio de vinhos.
A degustação que custava R$40,00 (depois trocados por vinhos na saída), dava direito a degustar muito vinhos e alguns azeites. Começou cerca de 40 minutos de atraso, creio que o staff do restaurante estava bem despreparado/desorganizado para o evento.
Após a espera (acho que está virando lugar comum! rsrs), começamos a maratona, degustamos apenas os tintos (o tempo era curto, ainda tínhamos outro compromisso).
Os destaques foram os espanhóis e portugueses: Ontañon (Rioja), Farfão Reserva (Douro), Finca La Estacada (Castilla), Calderona (Cigales), Quinta do estanho tinta roriz (Douro), Conde de Siruela (Ribera del Duero) e Falcoaria branco (Ribatejo).
A importadora apresentou vários e bons vinhos, pena não termos degustado os brancos.
Os azeites eram apenas bons, os mais premiados não foram abertos.


Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

Zester


Nas receitinhas que posto no blog, às vezes, uso alguns termos pouco usuais.
Um deles é "zeste": teoricamente, seria a raspa da casca de cítricos. Ao descascar ou ralar a casca de um cítrico, muitas vezes retiramos também a parte "branquinha" (aquela camada logo abaixo da casca propriamente dita. A camada branca deixa um gosto residual amargo.
O "zester" (um pequeno utensílio) evita que isso ocorra. Ele retira somente a casquinha (externa) da fruta (laranja, grapefruit, limões e tangerina). Assim a receita ficará perfumada e sem aquele gostinho amargo.
Quando a receita pede raspas, tiro as zestes com o zester e depois pico com a faca até ficar bem moído.


Postado por Nina Moori.

Terça-feira, 30 de Outubro de 2007

livro Baking with Passion

Ganhei este livro de uma pessoas muito querida. Muito bem ilustrado, com várias dicas e receitas de confeitaria e panificação.
Só ontem tive tempo para testar uma receita do livro/presente. Escolhi a "Lemon butter cookies". Tentei seguir à risca os ingredientes e modo de preparo.

Lemon butter cookies:
(rende de 30-36 cookies)
115g de açúcar (pedia caster sugar, usei 3/4 do açúcar cristal e 1/4 de mascavo claro)
zeste de 2 limões (usei o Tahiti, mas deve ficar muito bom também com o siciliano)
115g de manteiga cortada em pedaços de 2cm
3 claras de ovo
115g de farinha de trigo
1/2 tsp de essência de baunilha
1tbsp de suco de limão
1/4 tsp de sal marinho (pedia o Maldon salt ground fine)
Processe o açúcar e a zeste de limão por 30 segundos. Raspe os cantinhos e processe mais 30 segundos. Adicione a manteiga e processe por alguns segundos, ou obter um creme. Com o processador na velocidade máxima, adicione as claras. Quando agregar, acrescente colheradas de farinha, batendo sempre. Quando incorporar, adicione a essência, suco e sal. Coloque em um bowl e misture com colher/espátula por um minuto. Cubra com filme plástico e gele por 20 minutos.
Aqueça o forno à 190ºC.
Unte e enfarinhe duas placas (usei silpat). Pingue porções com auxílio de colher de chá, deixando um bom espaço entre elas (a massa espalha bastante na cocção). Asse por 10 minutos ou dourar as beiradas.
Espere amornar um pouco e retire da placa. esfrie sobre grades.

O aroma e sabor do limão equilibra a quantidade de manteiga. O resultado final é um cookie macio no centro e crocante nas beiradinhas.
Postado por Nina Moori.

Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007

Ora Pois!


Acho que sábado à noite (fatídica escolha da Cervejaria Patriarca - vide post anterior) eu estava bem humorada porque havia almoçado num bom restaurante.
Fui conhecer o "Ora Pois!" (Rua Fidalga, 408 - Vila Madalena), um restaurante português sugerido pela Débora do Brincando de Chef. O ambiente é bem aconchegante e atrai casais e famílias.
Pedimos o couvert: pãozinho, manteiga e mini azeitonas pretas, entrada: "Alheira", muito saborosa (R$12,00 e serve bem duas pessoas) e prato principal: "Bacalhau assado na brasa com batatas ao murro", o bacalhau em postas havia sido dessalgado no ponto certo e estava muito bom (R$35,00 e serve duas pessoas).
Não pedimos a sobremesa, mas me arrependi ao ver as fotos no site do restaurante.



Postado por Nina Moori.

Não recomendo!

Pensei bem antes de postar sobre este bar...
A cerveja Bohemia está promovendo o "Boteco Bohemia 2007". Durante o mês de outubro, 31 bares disputam a eleição do melhor petisco.
Acabamos sempre indo aos mesmos bares no fim de semana e, para mudar um pouco, escolhemos um bar ainda inédito (para nós) para degustar o petisco que concorre no Boteco Bohemia.
O escolhido foi a Cervejaria Patriarca (Rua Morato Coelho, 1.059 - Vila Madalena). Chegando lá, a hostess disse que havia fila de 30 minutos de espera - para o horário era normal. Passaram-se 30 minutos, 45 minutos, 1h e após 1h20 ela voltou para dizer que éramos os próximos, mesmo assim esperamos ainda 15 minutos (no total 1h45, mais que o triplo do tempo prometido). Apenas um detalhe, era nítido que vários clientes habitués passaram na nossa frente. Não fomos embora porque o Marcel precisa avaliar um dos botecos participantes para um trabalho da pós (petisco concorrente, cerveja Bohemia, serviço, higiene, ambiente, etc).

O ambiente é agradável, com uma bela decoração (gostei do teto, parecia selo de caixa de charuto) e balde de gelo para cerveja.


Pedimos a cerveja e o petisco: "Costela no prato servida com chips de mandioquinha" - os chips estavam crocantes e sequinhos (era o melhor do prato) e a carne era macia e desfiada, mas não era saborosa e tinha textura de sebo (diferente da gordura que acrescenta sabor, o sebo é desagradável). E, quando pedimos pimenta, serviram a Tabasco, apesar da cozinha ser decorada (localizada no centro do bar, com paredes de vidro) com várias conservas de pimentas.


O serviço ganhou (?) ponto ao trocar os copos quando pedimos outra (marca) cerveja.
Que fique bem claro: o Concurso Bohemia 2007 é uma ótima oportunidade para conhecer novos (e bons) bares. O que não recomendamos é a ida à Cervejaria Patriarca (exceto se você for amigo da hostess).


Postado por Nina Moori.

Domingo, 28 de Outubro de 2007

4º Concurso Nacional de Harmonização de Charutos e Bebidas

A Prazeres da Mesa ao Vivo, sediou na sexta-feira, dia 26 de outubro, o "Concurso Brasileiro de Harmonização de Charutos e Bebidas".
Umas das etapas classificatórias havia acontecido no dia 25 de agosto entre os alunos da pós graduação em "Gestão de serviço de Bebidas com ênfase em vinhos" (post do dia 28 de agosto). A F. ficou em primeiro lugar aquele dia (merecidamente!).
O Concurso Nacional foi organizado em parceria pelo especialista César Adames e a revista Prazeres da Mesa. No total de 10 concorrentes, todos profissionais na área de epicure (exceto F., que é uma grande apreciadora de charutos).



Na apresentação/prova, cada concorrente é avaliado: em uma prova escrita e no serviço (o segundo tem mais peso na nota final) a um jurado (que faz as vezes de cliente), onde apresenta o charuto, corta e serve a bebida (justificando cada escolha). Os aromas (charuto e bebida) precisam estar em completa sintonia.
A F. fez sua apresentação com um charuto "Cohiba" (não me lembro do calibre) um vinho "Graham's Porto Tawny 10 Anos" e serviu também um "plus" (um mini cookie de chocolate, infusão de charuto, laranja cristalizada e castanha do Pará - que tenho o maior orgulho de dizer que confeccionei para F.). Eu não assisti a a presentação, mas o Marcel disse que a postura, desenvoltura e talento dela estavam excelentes.
F. ficou em Segundo Lugar! Estamos todos muito orgulhosos. Parabéns F.!

Postado por Nina Moori.

Sábado, 27 de Outubro de 2007

I.D.P.C.

Ontem tivemos a última aula do Módulo I de Confeitaria no Instituto de Desenvolvimento de Panificação e Confeitaria.
Cada grupo de alunos recebeu uma receita com a massa de bolo, xarope, recheio e cobertura. Precisavam montar o bolo, confeccionando corretamente todos os itens.
Fiquei muito orgulhosa dos meus alunos! Os bolos ficaram lindos e saborosos: Genoise de laranja, xarope de laranja, pâtissière de geléia de laranja e cobertura ganache, Genoise de chocolate e café, xarope de café, pâtissière de chocolate ao leite e chantilly na cobertura e Genoise de fava de baunilha, xarope de baunilha, pâtissière de amêndoas e merengue italiano na cobertura.



Postado por Nina Moori.

Sexta-feira, 26 de Outubro de 2007

Prazeres da Mesa Ao Vivo 25/10

Ontem conferimos este mega evento da revista Prazeres da Mesa realizado no campus Senac Santo Amaro. Este evento atrai chefs de cozinha, donos de restaurantes, enófilos, experts na área de gastronomia e público final. Comparando com o ano passado, o Prazeres Ao Vivo cresceu e trouxe mais atrações internacionais.
O Marcel trabalhou (na organização da degustação comandada pela Jancis Robinson) praticamente o evento inteiro e eu aproveitei para circular e degustar na companhia de três colegas de trabalho (J., H. e R.).
Assistimos algumas aulas abertas: Mauro Maia, Philipe Gobet, Viko Tangoda, Vitor Sobral e Pascal Valero - com demonstrações interessantes, mas lotadas.
Degustamos comida de bares famosos de São Paulo no Melhor da Cidade : muita coisa linda, com inspiração, talento, cuidado nos detalhes e outras finalizadas na pressa, frias e com textura e sabor ruim.







Degustamos muitos vinhos na ala das importadoras e produtores vinícolas: acabei degustando vinhos que já conhecia, mas que adoro e experimentei outros muito bons que ainda não tinha tido a oportunidade. A Decanter e a Península sempre trazem vinhos excelentes; a Villa Francione levou apenas três tintos, dos quais preferi o Francesco; na Salton degustamos o Talento 2004; entre vários outros bons vinhos.




Experimentei café na Nespresso: três blends diferentes (não lembro dos nomes) que, na minha opinião, um blend mais forte tinha torrefação excessiva, outro blend tinha torefação agradável, mas acidez sobrando e o terceiro blend era o melhor, com torrefação equilibrada com acidez, doçura e caramelo. Os descafeinados preferi não degustar, uma vez que todo café descafeinado passa por um processo químico para retirar ou diminiur a cafeína.

Infelizmente hoje não poderei comparecer, mas o Marcel (que já perdeu a vergonha de fotografar tudo) estará por lá conferindo outras novidades.
Na degustação de vinhos do Novo Mundo comandada pela Jancis Robinson era fechada para o público geral (era necessário desembolsar R$250,00 para participar) os vinhos foram: Villa Francione tinto 2004, Salton Talento 2004, Pisano Arretxea 2004, Pehuén carmenére 2004, Don Melchor cabernet sauvignon 2003 e 2004, Susana Balbo Brioso e Catena Zapata 2003.




Postado por Nina Moori.

Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Panettone salgado


Normalmente prefiro os clássicos na gastronomia (muitos falam que pareço uma velha).
Experimentei um panettone salgado no I.D.P.C. (Instituto de Desenvolvimento de Panificação e Confeitaria) e me surpreendi: macio, cheiroso e com aromas equilibrados (queijo, peito de peru e tomate seco).
Estou lecionado o Módulo de Confeitaria I e ainda não havia experimentado nenhum pão deles! Já estou de olho em outros pães...

Postado por Nina Moori.

Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

Mesa Tendências

Começou hoje o "Prazeres da Mesa ao Vivo" com o evento "Mesa Tendências" e o coquetel de inauguração.
Cheguei a tempo da palestra com a MW (Master of Wine) Jancis Robinson. Entre tantos temas falou sobre a padronização dos vinhos, o nivelamento entre novo e velho mundo, a influência das mudanças climáticas, orgânicos e biodinâmicos, terroir e tecnologia, em suma, muitos assuntos contemporâneos.
Percorreu todos os assuntos com uma simplicidade ímpar, com grande simpatia e senso de humor, que sinceramente eu não esperava (ela disse que em salvador ouviu a pergunta mais complicada de sua carreira: O que é vinho?!).
Tive a oportunidade de trocar algumas palavras com ela (travei! rsrs) e disse que a auxiliaria em uma degustação (dia 25/10), e que seria uma honra.

Vou antecipar algumas fotos do ambiente, mas na quinta-feira, quando a Nina também for, postaremos mais um pouco sobre o evento.



Postado por Marcel Miwa.

Mantecal de feijão branco

Participo dos desafios "Colher de Tacho" sempre com uma receita doce ou um pão. Desta vez não seria diferente!
No Brasil, o feijão é muito consumido (praticamente todos os dias) na forma de um cozido, componente da tradicional feijoada, na massa do acarajé e nas saladas.
Sendo descendente de japonês, estou acostumadas ao sabor do feijão (azuki e branco)em doces.
Pensei em fazer um pão ou bolo, mas resolvi que desta vez seria biscoito. Testei com feijão cozido e ficou terrível! Não desisti e fiz novamente, desta vez com farinha de feijão e o resultado foi este:


Mantecal de feijão branco:
62,5g de farinha de feijão branco (processe o feijão cru e seco e depois peneire)
62,5g de açúcar
125g de amido de milho
62,5g de margarina sem sal
1/2 ovo (se faltar um pouco de umidade adicione mais)
1/2 colher de café de fermento químico
pitada de sal
Peneire a farinha de feijão, amido de milho, sal e fermento juntos. Reserve.
Misture a margarina com açúcar até obter um creme homogêneo.
Junte o ovo e bata para incorporar.
Adicione os ingredientes secos.
Boleie (tamanho de brigadeiro). Role por açúcar cristal ou demerara e asse à 180ºC por uns 15 minutos (ou dourar o fundo).

Postado por Nina Moori.

Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Sem lactose

Faz um tempo que descobri que tenho uma leve alergia à lactose. Não é nada grave, mas prefiro evitar o excesso de derivados de leite com baixo teor de gordura, uma vez que são os que apresentam maior concentração de proteínas (lactose e caseína).
A manteiga, creme de leite fresco e queijos gordurosos (massa mole, mole semi dura, massa dura e azuis) possuem bem menos proteína, portanto ainda fazem parte do meu menu.
Sempre gostei de iogurte, mas como é um alimento riquíssimo em lactose, deve ser evitado. Uma alternativa que descobri é o iogurte de leite de soja. No Brasil, não conheço nenhuma empresa que venda iogurte de soja sem muito flavorizante e "frutinhas" de textura duvidosa.
Há 2 anos faço meu próprio iogurte: comprei um de soja pronto (desses com frutinhas), coei e misturei com leite de soja. Imaginei que se o processo funcionava para o iogurte comum, funcionaria para o de soja. Deu certo! Já não tem resquício nenhum do aroma estranho da matriz (iogurte inicial).
Normalmente consumo puro (já que o leite de soja é adocicado), mas de vez em quando aprecio com granolas e geléias caseiras.
Postado por Nina Moori.
Postado por Nina Moori.

4º Prazeres da Mesa Ao Vivo

Para quem gosta de saber das novidades do mundo enogastronômico, esta é uma ótima oportunidade!
Acontece nos dias 24,25 e 26 de outubro, a quarta edição do Prazeres da Mesa ao Vivo (a revista homônima é produzida ao vivo) no Campus Senac Santo Amaro. Neste evento, podemos frequentar aulas abertas e fechadas, degustações de comidas (bares, restaurantes e banqueteiros) e vinhos, jantares exclusivos (com chefs estrelados), debates e conhecer novos produtos.
Postado por Nina Moori.

Sábado, 20 de Outubro de 2007

Harmonização Gran Feudo Crianza e Costelinha com barbecue

Realizamos o segundo jantar virtual harmonizado em parceria com o blog "Le Vin au Blog". Desta vez, com a participação dos blogs: "Espressa-mente", "Le Vin Quotidien", "Após o Último Fracasso das Esperanças Radicais" e de Gerson (amigo da Rafaela e do Claudio).
A proposta desta vez foi harmonizar o vinho Gran Feudo Crianza 2003 (70% de tempranillo) da Bodegas Júlian Chivite com a Costelinha de porco com molho barbecue. Funcionou da seguinte forma: o Le Vin au Blog propôs o vinho e nós pensamos em uma receita que teoricamente combinasse.

O Gran Feudo tinha muita fruta vermelha, principalmente cereja, um pouco de baunilha e toque de pimenta, taninos finos e abundantes (ajudando na sensação de corpo), final herbáceo. Apresentou mais fruta e intensidade no início.
Na harmonização, o Marcel achou que o molho ficou com acidez acima do prato. Ele disse que se bebido antes do prato, acidificava e se bebido após o prato, ficava carente de acidez, quase xaroposo. Quanto ao peso do vinho e comida estava adequado, mas ele preferiu a primeira harmonização (post do dia 18 de setembro de 2007).
Eu achei que o tempero (barbecue) da costelinha atropelou o vinho. Concordei com o Marcel em relação á acidulada que o vinho dava quando bebido antes da comida.
Ainda tivemos um contratempo, durante a cocção da costelinha, acabou o gás (!) - casa de ferreiro espeto de pau...

Costelinha com molho barbecue:

Molho:
1colh. (sopa) de sal
1xíc. (chá) de ketchup
1colh. (sopa) de molho inglês
3 dentes de alho amassados
¼ xíc. (chá) de Bourbon
¼ xíc. (chá) de açúcar mascavo
¼ xíc. (chá) de vinagre de maçã
¼ colh. (sopa) de pimenta do reino em grão quebrada
Misture tudo e leve ao fogo para reduzir um pouco. Rende cerca de 1 ½ xícara. Esfrie.

Costelinha:
1Kg de costelinha de porco
Espalhe generosamente sobre a costelinha inteira (não separe os ossos). Reserve o molho restante.
Coloque numa assadeira com o lado do osso para baixo, cubra com alumínio. Asse à 160ºC por cerca de 1h30 minutos.
Retire o alumínio, aumente o forno para 180ºC. Pincele ou regue a costelinha com o molho reservado. Volte ao forno, pincelando várias vezes durante a cocção. Asse por cerca de 1h 30 minutos, ou a carne ficar tenra e soltar com facilidade do osso.
Se quiserem usar a churrasqueira, faça a primeira cocção no forno com alumínio e termine na grelha com brasa (não com chama alta).
Ainda podem também fazer a segunda cocção no forno com uma grelha em cima da assadeira. Façam como acharem mais prático.

Guarnição:
Legumes salteados com alho:
Batatas em cubos
Cenoura em cubos
Vagem em pedaços grandes
Alho picado
Sal
Pimenta do reino
Azeite
Salsa picada
Cozinhe os legumes separadamente em água salgada (pode usar a mesma água para cozinhar, comece pela cenoura, retire, cozinhe a vagem e depois a batata) até ficar al dente.
Refogue alho rapidamente em óleo (se desejar, use manteiga), junte os legumes e refogue. Acerte o tempero. Regue com azeite e polvilhe salsa picada. Mantenha quente até servir.

Gostamos da experiência de compartilhar impressões e aprender com outros blogs. Logo, logo faremos uma terceira edição. Todos estão convidados a participar da próxima harmonização virtual!
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

Bar Estadão

Para quem nunca ouviu falar, este bar, localizado no centro de São Paulo (viaduto 9 de julho), serve o sanduíche de pernil (maravilhoso) mais famoso de São Paulo. Provavelmente é um dos pioneiros no serviço 24h na cidade. Servem salgados, sanduíches e pratos (sempre uma carne com arroz, feijão, fritas, maionese ou farofa).
Recebeu o nome de Estadão em referência ao jornal (O Estado de São Paulo) que funcionava no prédio vizinho.
Sempre lotado, o público é o mais eclético possível: policiais, jornalistas, estudantes universitários, office-boys, professores, músicos (e ontem vi os Hell's Angels), etc.
Como estou dando aula à noite lá perto, não resisti e resolvi jantar (23h)no bar. Por sinal, a refeição foi uma feijoada (servida terça-feira à partir das 20h até quarta-feira à noite e sexta-feira no mesmo horário) completa e muito saborosa por R$11,50. Parece um pouco trash, uma refeição tão pesada tarde da noite, mas de vez em quando...
Postado por Nina Moori.

Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007

Riesling Auslese 2003

Estávamos atualizando a lista da nossa adega e notamos que uma garrafa estava com o lacre ligeiramente úmido. Esperando o pior, resolvemos gelar e abrir (estava ok).
Era uma garrafa especial, presente de um amigo (W.) que trouxe da Alemanha. Não conhecemos nenhuma importadora que traga vinhos deste produtor para cá.
Produzido na região de Baden, muito próximo a Alsace, este vinho pertence a categoria Auslese (literalmente, colheita selecionada), com notória doçura mas com excelente acidez como contraponto, com um pouco mais de corpo que os exemplares de Mosel ou Rheingau.


Três momentos distintos neste vinho: no olfato apresentava frutas brancas (pêra, maçã e melão), mineral lembrando a Chablis (pedras brancas e talco) e flores brancas. Na boca, aromas mais intensos de petróleo e querosene. Ao final, o aroma que permanecia era o de hortelã, bastante agradável.
Apesar do "infanticídio", valeu a pena!
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

Pequenas Partilhas 2002 Tannat


Este vinho foi adquirido em uma viagem à Serra Gaúcha em 02/2006, por R$37,00 (achamos caro na época).
Não tinha a aspereza que se esperava num tannat, com corpo médio e taninos leves (fino e maduro).
Muita fruta madura, principalmente amora, violeta, defumado (bacon), madeira, um pouco de borracha e couro, leve acidez volátil (que não chegou a incomodar). Aromas limpos, sem o "cheiro de cantina" que muitos vinhos da região apresentam. Ótima persistência, com final + frutado. Destaque para os 12,5% de teor alcóolico. O único lamento é que vi vendendo aqui em SP esta semana a R$60,00!!! Assim fica complicado continuar os elogios...
Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Aula chocólatras


Ontem, no Studio do Sabor, a aula foi baseada em chocolate!
Foram quatro receitinhas à base desta maravilha que agrada, conforta, consola (e engorda um pouquinho): Muffins de cacau e café, Cookies de chocolate 1/2 amargo e amêndoas, Trufa de chocolate ao leite e Ravióli de cacau (recheado com chocolate e geléia e com molho de chocolate branco).


Postado por Nina Moori.

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

Cantina Mamma Celeste


Uma casa bem pequena localizada no bairro da Bela vista (precisamente no Bixiga).
Resolvemos andar pelo Bixiga em busca de um restaurante para almoçar. Dentro do carro, olhando de um lado para outro, procurando um local que agradasse a todos.
Como estacionar por lá é difícil, paramos na primeira vaga que encontramos: na frente da Cantina Mamma Celeste. E, já que estávamos na "boca" do restaurante...
Dispensamos o couvert, pedimos duas saladas (o preço varia em torno de R$12,00 e serviam muito bem duas pessoas), Bacalhau à Gomes de Sá (R$42,00 duas pessoas), Caneloni recheado com ricota e molho à bolonhesa e Talharim verde ao sugo com Braciola (R$15,00).
Só depois que descobri que os pratos que mais fazem sucesso na casa são: gnocchi e perna de cabrito. Tudo bem, ficam para a próxima...

Postado por Nina Moori.

Domingo, 14 de Outubro de 2007

Girassol do Alentejo


A maioria dos restaurantes portugueses em São Paulo são caros.
O Girassol do Alentejo, localizado na Vila Madalena é uma exceção. Descobrimos a casa quando ainda era localizada na Rua Girassol (agora fica na rua Wisard). Decorado como uma Tasca portuguesa, aconchegante e com serviço agradável.
O Marcel pediu um Bacalhau com natas e eu Arroz de pato. O bacalhau estava ótimo, a textura e sabor das batatas excelente. Já no arroz faltava alguma coisinha no tempero.

Para quem adora bacalhau, peça o menu degustação (que serve muito bem duas pessoas gulosas!).
O calor da noite estava exagerado para a primavera, então pedimos o vinho branco Barão do Sul (corte Fernão pires e Moscatel) da região Terras do Sado - muito floral, frutado (maçã verde) e fresco.
Para finalizar, o Marcel pediu um Toucinho do céu (se não me engano, em Portugal, cada região confecciona de uma forma - me corrijam se estiver errada).

Postado por Nina Moori.

Sábado, 13 de Outubro de 2007

Cachoeira Natural


É o nome de um restaurante localizado no bairro Itaim Bibi em São Paulo.
Especializado em cozinha natural, com muitas saladas, pratos com proteína de soja, leite de soja, farinhas integrais, quase nada de açúcar, pouquíssimo uso de sal e raríssimas frituras (quase tudo é cozido, grelhado ou assado). Para não espantar quem gosta de proteína animal, servem alguns pratos à base de frango e peixes.
Tinha uma variedade de saladas, pratos quentes interessantes: strogonoff de soja, cassoulet com frango e soja, pastel de palmito assado, torta de peixe, feijoada de soja, entre outros. Algumas frutas (abacaxi, manga, melancia e papaia), mousses (com adoçante, mel ou pouco açúcar), algumas tortas lights, bolos de milho (pouco açúcar ou adoçante) e os sorvetes orgânicos (devido ao calor e ao abre e fecha da geladeira o tempo inteiro, estavam um pouco moles).
Experimentamos o de manjericão (estava insosso), mel (com mel de verdade), limão e papaia com goiaba (bem preparados).

Não servem bebida alcoólica ou refrigerantes, apenas três tipos de sucos e água.
Trabalham em sistema de buffet (almoço de segunda à sexta - R$14,00; sábados, domingos e feriados - R$15,00 e jantar de segunda à sexta - R$12,00), onde saladas, pratos quentes, sopas, frutas, doces, sorvete e bebida estão inclusos.

Na saída, olhei um pão integral de sete grãos (tinha também o de milho e um sem adição de açúcar) e resolvi levar (ainda não experimentei, mas tem a textura bem fofa).
Postado por Nina Moori.

Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Restaurante Ilha


Um tempo atrás, li no Brincando de Chef, um post sobre o Clube do Churrasco no restaurante Ilha.
Tão perto da minha casa e fazia alguns milhares de anos que entrava lá.
Lógico que a decoração mudou muito e nem me lembro de como eram os pratos antes.
A maioria dos pratos são individuais, onde a carne é servida com três guarnições.
Escolhi o entrecôt com batata salteada, legumes refogados e molho de alho e o Marcel preferiu um filet de peito de frango com fritas, legumes e molho de alho.
O local deve ser bem agradável de tarde, com mesas ao ar livre e rodeadas de árvores imensas. À noite venta um pouco demais e as mesas internas teriam sido mais adequadas.
Postado por Nina Moori.

Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

Gourmandise e Le Vin au Blog convidam para o 2º jantar harmonizado

Gourmandise e Le Vin au Blog realizam a segunda edição do jantar harmonizado entre blogs. Se você gosta de cozinhar e de beber vinhos, participe com a gente. Deixe uma mensagem com seu e-mail em um dos blogs ou envie um e-mail para levinaublog@gmail.com e/ou ninocamori@hotmail.com, para receber o nome do vinho escolhido e a receita. Os comentários sobre a harmonização serão publicados no dia 20 de outubro.

A primeira harmonização aconteceu em setembro, quando o vinho Pascual Toso foi harmonizado com Steak au Poivre Vert. O resultado foi ótimo e ficamos empolgados para repetir a experiência. Gourmandise e Le Vin au Blog publicaram comentários em seus respectivos endereços eletrônicos. Se você tiver um blog, poderá fazer o mesmo. Se não tiver, não tem problema, pode usar nossos blogs para contar como foi.

Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.

Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Última aquisição literária

Por R$16,84.
Postado por Nina Moori.

PF


Prato feito: qual é o brasileiro que não gosta?!
É lógico que adoro grandes refeições com entrada, primeiro prato, prato principal, sobremesa e queijos, menus degustações...Mas no dia a dia, prefiro um bom e velho PF.
Descobri esta semana que uma senhora (que cozinha muito bem) faz e entrega PFs nas proximidades da minha casa.
Ela oferece de três à quatro opções de pratos por dia por impressionantes R$7,00! Achei o prato um pouco grande (sempre tem arroz, feijão, uma carne, uma verdura refogada, um tipo de purê e saladinha de alface e tomate), por isso dividi em duas pessoas.
Fiquei feliz com a descoberta!
Postado por Nina Moori.

Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

Pão de abacate

Estava de olho nesta receita fazia muito tempo. Cada hora era um ingrediente que faltava. Hoje tinha abacate, mas não tinha farinha de centeio...resolvi fazer assim mesmo!
Segui as instruções da Laila (mas fiz meia receita), só mudei um pouco a temperatura do forno. A receita original está no blog Comidinhas do bem.
Pão de abacate com centeio (sarraceno):
300 grs de polpa de abacate
suco de 1 limão
350g de farinha de trigo
170g de farinha de centeio, fina (usei farinha de sarraceno)
40g de açúcar mascavo
10g de sal
10g de fermento biológico instantâneo
2tbsp de azeite de oliva
raspas de 1/2 limão
70ml de água (usei iogurte)
Amasse a polpa de abacate e misture ao suco de limão, reserve.
Peneire os ingredientes secos, faça um vulcão e coloque o azeite e a polpa de abacate. Misture e adicione o iogurte para dar o ponto da massa. Sove por uns 5 minutos. Cubra e deixe crescer. Modele (fiz um pão só, mas a Laila havia feito 1 grande e vários individuais). Cubra e deixe crescer até dobrar de volume.
Asse à 280ºC por 10 minutos, abaixe para 250ºC e asse por 5 minutos e para 220ºC e mais uns 15-20 minutos. Deixe esfriar sobre grade.
1/2 receita rendeu um pão grande. O abacate concedeu uma textura muito macia ao pão.
Pensei em servir com azeites aromatizados, geléia de damasco e doce de leie.

Postado por Nina Moori.

Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007

Muffins de aveia e quinoa


Havia comprado farinha de quinoa na feirinha boliviana da praça Kantuta (quase me esqueci dela no armário).
O aroma da quinoa é forte e encontrei uma receita que levava bananas amassadas. Resolvi arriscar - lógico que fazendo as minhas modificações de costume - a receita original pedia quinoa em flocos e eu usei farelo de aveia.
Ficou bem cheirosa e a textura melhor do que eu imaginava. Rendeu: 12 mini muffins e 7 muffins, mas na próxima vez vou encher um pouco mais as forminhas.
Muffin de aveia e quinoa:
2 ovos
1tbsp de óleo de girassol
2tbsp de mel
2 bananas nanicas amassadas com garfo
1/2 cup de farinha de quinoa
1/2 cup de farelo de aveia (a receita original pedia flocos de quinoa)
2tsp de fermento químico
1/2 tsp de bicarbonato de sódio
1/2 tsp de sal
1/4 cup de passas escuras (maceradas por 30 minutos em 1tbsp de rum) - ingrediente inexistente na receita original
Bata as gemas com o óleo. Junte o mel e bata bem. Acrescente as bananas. Una os ingredientes secos. Agregue as claras em neve e a uva passa (previamente escorrida e polvilhada com farinha de trigo - este processo evita que elas afundem na massa durante a cocção).
Asse à 190ºC por 20-25 minutos.
Postado por Nina Moori.

Vila Leopoldina


Neste bairro da zona oeste de São Paulo, uma série de bares e restaurantes andam florescendo. Apesar de ser perto da minha casa, raramente freqüento o bairro.
Num desses dias, estávamos rodando de carro atrás de um local para comer e beber alguma coisinha. Em uma das esquinas da rua Carlos Weber, avistamos um barzinho que parecia interessante: Maria Lima.
Com um ambiente aconchegante, (parece uma casa onde as portas foram retiradas) meia luz, velas e mesas do lado de fora. O cardápio apresentava muitos pratos, de saladas à carnes. Confesso que achei caro (menu de comida) para um bairro que está despontando (ainda) na cena boêmio/gastronômica de São Paulo, por isso optamos comer um sanduíche (bom e bem apresentado) e um prato de frios com pães (azeitonas verdes e pretas, salame, provolone, conserva de berinjela bem preparada, mussarela de búfala e pães que pareciam caseiros).
Para acompanhar, um chardonnay Uxmal servido em temperatura correta (combinou apenas com a mussarela de búfala; não harmonizou bem com o sanduíche, mas com o calor que estava dispensamos um tinto). Mas...como de costume, o serviço de vinhos em bares/restaurantes de São Paulo (salvo raríssimas exceções) sempre falha em um detalhe: o garçon "sempre oferece para o homem degustar o vinho", e o correto seria oferecer para quem pediu o vinho. Parece bobagem, mas me sinto desconfortável com este comportamento.
Pretendo descobrir outros locais interessantes e agradáveis deste bairro.
Postado por Nina Moori.

Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

Um grande jantar

Umas das melhores formas de comemorar aniversário é estar com os amigos e familiares num belo jantar.
O. ofereceu um belo jantar para comemorar o seu aniversário juntamente com A.(ambos fazem a Pós com o Marcel no Senac).
Fomos recepcionados com taças de cava, alguns queijos e pães. Algumas garrafas de vinhos começaram a ser abertas enquanto todos os convidados não chegavam para o jantar: espanhóis, portugueses (Quinta da Bacalhoa) entre outros. Muitas histórias sobre boa mesa (Seu J., um senhor português me ensinou, em teoria, sobre como fazer um verdadeiro "Bacalhau à nata"!), bons vinhos e viagens pelo mundo.



A mesa de jantar estava toda arrumada e florida para receber os amigos. A O. (que é basca e por sinal faz a melhor paella do mundo) cozinhou com a ajuda de M. (formado em gastronomia) um belo risoto, um carneiro que desmanchava na boca e uma salada com mini rosas. Para acompanhar o jantar, um Luis Pato tinto (não me lembro qual era), o Monte dos Cabaços e... Châteauneuf-du-Pape Vieux Télégraphe La Crau!



De sobremesa: um sorvete, um tipo de pavê e um doce parecido com a Île flotante francesa (que O. disse fazer parte de sua infância). Os doces foram servidos com Graham's Porto Vintage 1985 e um Madeira Justino's Malvasia (10 anos).
Para fechar a noite, alguns charutos e cigarrilhas (oferecidos pela F. - que vai disputar dia 26 no Prazeres da Mesa Ao Vivo o campeonato Nacional de Epicure Sommelier)...


Postado por Nina Moori.

Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007

Confit de bacalhau com mix de batatas em água de tomate


O Marcel havia mandado esta receita para o Concurso Les Chefs Amadores, promovido pela rede Sofitel. Quem quisesse participar deveria mandar uma receita quente com bacalhau e duas guarnições. (não poderia ser um profissional da área de gastronomia.)
O prato que ele fez nem chegou a ser selecionado entre os semifinalistas, mas eu provei e adorei.

Confit de bacalhau com mix de batatas em água de tomate:
1Kg de lombo de bacalhau dessalgado
500ml de azeite
400g de batata asterix
400g de batata doce roxa
400g de mandioquinha
sal
noz moscada
pimenta do reino
6colheres de sopa de farinha de rosca
3 dentes de alho
7 castanhas do Pará em lâminas
6colheres de chá de salsa fresca picada
12 tomates maduros
salsa para decorar

Mix de batatas: Corte as batatas e mandioquinha em lâminas finas. Intercale em uma assadeira untada com azeite uma camada de batata, sal, noz moscada, uma camada de batata doce, sal, noz moscada, uma de mandioquinha e repita. Cubra com filme plástico e cozinhe em banho-maria por 30-40 minutos. Quando retirar do calor coloque peso por cima e deixe amornar. Reserve.
Bacalhau: Corte o lombo em 6 pedaços iguais. Cozinhe-os em azeite (imerso) no fogo super baixo (não deixe ferver) até a carne ficar tenra. Reserve.
Água de tomate: Corte o tomate em cubos, espalhe um pouco de sal e coloque para escorrer sobre uma peneira de metal bem fina. Após drenar o suco, descarte o tomate. Acerte o tempero com sal e pimenta do reino. Reserve.
Farofa: Refogue o alho em um pouco de azeite sem dourar. Acrescente a farinha de rosca, em seguida as lâminas de castanha do Pará. Retire do fogo e espere esfriar um pouco. Junte a salsa picada. Reserve.
Finalização: Corte o mix de batatas em 6 pedaços. Espalhe a farofa sobre cada pedaço e leve a assadeira para a salamandra até dourar. Retire da salamandra e mantenha aquecido. Leve os lombos de bacalhau para dourar na salamandra.
Montagem: Use 6 pratos fundos. Coloque um pedaço do mix de batatas em cada prato, disponha um pedaço do bacalhau apoiado no mix de batatas. Verta a água de tomate de tomate no fundo do prato. Decore com salsa.
Postado por Nina Moori.

Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

Monaka

Muito parecido com o manju (vide post do dia 11 de julho de 2007). A diferença é que o doce de feijão azuki é envolto por uma camada de wafer bem fininha (à base de farinha de arroz), praticamente uma gaufrette.
Existem também com recheio de doce de feijão branco e de castanhas (purê de marrons).
É comum presentear as pessoas com uma caixa de monaka retribuindo favores e gentilezas.
Postado por Nina Moori.

Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Grande Prova de Vinhos Portugueses

A Viniportugal e a AICEP Portugal Global promoveram ontem (01 de outubro), na FECOMÉRCIO, uma degustação de vinhos portugueses. Estavam presentes 25 importadores de vinhos de diversas regiões.
Na primeira volta, demos ênfase para os vinhos que ainda não hávíamos provado. Na segunda volta, degustamos os rótulos já conhecidos e preferidos.
No geral, os destaquem foram:
Espumante Vértice 2000, o campeão da categoria na Expovinis 2007;
Paulo Laureano Premium 2004 tinto, o primeiro rótulo que ele assina com o próprio nome;
Foral de Évora 2004 tinto, não conhecíamos e tivemos uma boa surpresa;
Herdade da Comporta 2004 tinto, que já havíamos degustado na Expovinis;
Grandjó Reserva 2003 tinto, ótima relação custo/benefício;
Ensaios FP 2005 branco, da Filipa Pato, filha de Luis Pato, um branco com participação da casta bical, ultimamente minha casta favorita;
Quinta das Tecedeiras Reserva 2003 tinto, um vinho considerado ícone pelas revistas Blue Wine e Revista de Vinhos de Portugal, faz jus à fama.

Algumas curiosidades:
Provamos um vinho verde tinto finalmente, o Arca Nova 2006. Valeu para matar nossa curiosidade...
Degustamos o Licor de Ginja D´Óbidos. Produzido com a fruta ginja (um tipo de cereja selvagem nativa de Portugal), que tanto ouvimos falar e ainda não conhecíamos. Gostamos muito e ficamos imaginado como casaria bem com um bolo de chocolate.
A Aguardente vínica Adega Velha que provamos no stand da Interfood produzido pela Quinta da Aveleda, apresentou nuances de Cognac (destilada nos moldes do Cognac em alambiques tipo pot e envelhecida por 10 anos em carvalho francês de Limousin). Cesar Adames (especialista em epicure) confirmou que harmonizaria muito bem com charutos.
Postado por Marcel Miwa.

Orquídea do Marcel

O Marcel brincava de colocar água na bolsa da orquídea (paphiopedilum) quando era criança...
Postado por Nina Moori.

Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

Chá com bolinho

Cheguei em casa cansada e com sono...só consegui comer porque tinha yakissoba pronto me esperando.
Para finalizar a noite, um chá de jasmin, uma marron glacé espress e um muffin-de-ló (fiz pão de ló para a aula de amanhã e sobrou um pouco de massa).
Postado por Nina Moori.

Livro...

Fui convidada pela Bia (L'amour dans l'assiette) para participar de uma brincadeira-desafio:
Sem escolher, pegue um livro e abra da página 161 e transcreva a 5ª frase.
O livro que está mais próximo é o El Vino de André Dominé que o Marcel está usando para pesquisa da pós.
Frase:
Por supuesto. las condiciones climáticas no son adecuadas para la procucción de vinos vigorosos, expresivos, pero en años buenos se consigue producir vinos afrutados, interesantes, con un buen componente ácido.
Convido: Laila, Vitor, Joaninha, Sylvia e Daniel a participarem...
Postado por Nina Moori.